O mundo descobriu o que o Catamarã já sabia: as habilidades do futuro são virtudes
O Colégio Catamarã acaba de lançar o primeiro episódio do Podcast Alumni, uma conversa entre antigos alunos que hoje constroem suas carreiras em áreas distintas, mas carregam algo em comum: uma formação que vai muito além do currículo.
O ponto de partida é o relatório New Economy Skills, publicado em dezembro de 2025 pelo Fórum Econômico Mundial, com uma conclusão direta: as habilidades mais valiosas no mercado de trabalho do futuro não são técnicas. São humanas. Criatividade, resiliência, empatia, capacidade de colaborar. Para quem conhece o Catamarã, isso soa familiar. Como observou a mediadora Camilla Farah na abertura: “Nós chamamos isso de virtudes. E fazemos esse trabalho há trinta anos.”
Quatro Alumni, uma mesma raiz
A mesa reuniu:
- Ana Luiza Pegoraro, advogada, professora universitária, doutoranda e mestre summa cum laude pela USP, pesquisadora na Georgetown University, casada e mãe de dois filhos no Catamarã;
- Carlos Guterman (turma 2022), que estuda Administração na FEA-USP e trabalha na Bolten; Henrique Camargos (turma 2022), aluno de Engenharia Elétrica na Poli-USP e pesquisador pelo IPT;
- Júlia Galetti (turma 2024), estudante de Engenharia Química no Instituto Mauá e analista na Mauá Finance.
O que a formação significou para cada um
O que mais chama a atenção no episódio é a naturalidade com que os quatro reconhecem o peso da formação recebida.
Ana Luiza, que hoje está dos dois lados da sala de aula, foi clara: “O Catamarã fortaleceu no meu caráter esse amor pela excelência. Não para autoglória, mas pensando em como eu posso servir melhor as pessoas.” Ao falar sobre o que observa nos jovens que recebe como estagiários e alunos na faculdade, completou: “Eu lembro de tantas vezes na escola em que aquelas circunstâncias me fizeram mais forte. Isso foi essencial para a minha formação.”
Carlos, caçula de sete irmãos e o único que estudou no Catamarã, disse enxergar o contraste com clareza: “Meu professor me encontrava nos corredores, na quadra, jogava bola comigo, me dava bronca na sala. Mas esse cara me conhecia. E queria o meu bem, junto com os meus pais.” Sobre a tutoria, foi enfático: “Eu sou amigo dos meus tutores até hoje. Não é uma conversa quinzenal como era no colégio, mas eu faço ligação de uma hora com o meu tutor, que é um grande amigo meu.”
Júlia trouxe um reconhecimento que muitos antigos alunos só fazem com o tempo: “A minha tutora sempre acreditou no meu potencial muito mais do que eu acreditava em mim mesma. Se eu não tivesse trabalhado isso ao longo da minha vida, provavelmente nem teria tentado entrar no mercado financeiro.” Sobre os professores do Catamarã, acrescentou: “Ter esse exemplo constante de pessoas que realmente buscam praticar as virtudes no dia a dia influencia muito. São extremamente complementares aos exemplos de casa.”
Henrique reconheceu que a transição para a Poli-USP poderia ter sido muito mais difícil sem a base que recebeu: “Você chega com uma bagagem muito bem preparada para ser jogado nesse ambiente.” Ao contar sobre seu primeiro estágio, revelou que o entrevistador conhecia o Catamarã e valorizou a formação: “De que vale se você tem grandes conquistas, se você não tem o caráter? Até onde vai o seu trabalho?”
Vale ouvir
Camilla encerrou com a frase que talvez resuma o episódio inteiro: “Formar pessoas no caráter não é um romantismo, não é uma utopia. É um investimento. Porque a sociedade vai colher esses frutos.”
Uma conversa que vale a pena ouvir na íntegra.
Assista ao episódio completo nas redes sociais do Colégio Catamarã.



